terça-feira, 27 de novembro de 2018

Poluição Visual


Poluição Visual

A poluição visual é característica de áreas urbanas e consiste no excesso de placas, postes, outdoors, banners, cartazes e veículos de anúncios.


Além disso, inclui a degradação urbana fruto das pichações, excesso de fios de eletricidade e acúmulo de resíduos.


Consequencias da Poluição visual

Esse tipo de poluição causa um certo desconforto visual, estresse e modifica a paisagem da cidade. Pode até mesmo causar acidentes de trânsito, ao distrair os motoristas ou esconder sinalizações.


Um dos problemas da poluição visual é a danificação da arquitetura original das cidades, deixando-as mais “feias”, além de provocar o cansaço visual pelo acúmulo excessivo de informações ao redor. As áreas verdes também são afetadas, pois árvores ou pequenas matas, por exemplo, são substituídas por outdoors ou outros tipos de placas publicitárias. Em alguns casos, até a mobilidade das pessoas é prejudicada, pois a grande quantidade de placas e cavaletes nas calçadas atrapalha os pedestres e, às vezes, até o trânsito.


Soluções
Para melhorar essa questão, seria preciso uma maior consciência das empresas de publicidade – e também, no caso das eleições, dos candidatos – para diminuir o excesso de placas e peças publicitárias em algumas áreas. O poder público, por sua vez, precisa colocar algumas restrições, pois as necessidades econômicas das pessoas e das empresas em divulgar os seus produtos não devem estar acima da preocupação de zelar pelo espaço da sociedade.

Tudo o que é feito na medida certa não causa prejuízos ambientais, ou seja, a publicidade pela cidade não é o problema, desde que feita de forma comedida e controlada para que a poluição visual não se torne uma dor de cabeça ainda maior para a sociedade.





sábado, 3 de novembro de 2018

Fauna do Parque Nacional da Gorongosa

O Parque Nacional da Gorongosa localiza-se no extremo sul do Grande Vale do Rift Africano, um vasto e verdejante vale que se estende desde o Norte de África até à Gorongosa. Devido à sua localização, existem poucas barreiras que separam a Gorongosa de outros ecossistemas não muito distantes. Por esse motivo, não é provável que as zonas baixas das planícies da Gorongosa alberguem muitas espécies que não se possam encontrar noutras áreas.

A Serra da Gorongosa, por sua vez, é uma montanha isolada com uma riqueza de habitats únicos onde vivem muitas espécies que não se podem encontrar em mais nenhum outro lugar da Terra. A exploração científica da Serra da Gorongosa apenas está no início, e já foram descobertas algumas espécies novas para a ciência ou únicas para este lugar tão especial. 


Devido à sua localização geográfica, o Parque Nacional da Gorongosa possui os mais variados tipos de habitats na região, e logo, a fauna é diversificada e abundante.


Embora a maioria das espécies de mamíferos de grande porte tenha sido severamente reduzida, nenhuma das espécies que existiam antes foi extinta, o que significa que a diversidade de espécies e o habitat ainda estão intactos.
Grandes rebanhos de antílopes de diferentes espécies podem ser encontrados no parque. Os leões e elefantes são vistos, mas seus números ainda são baixos para encontros frequentes.



Apesar de muita da vasta população herbívora do parque ter sido dizimada durante os anos de guerra e de caça furtiva, quase todas as espécies naturalmente características da região, incluindo mais de 400 tipos de aves, acabaram por sobreviver. Com uma gestão efectiva e reintrodução de espécies-chave, as populações de vida selvagem voltarão a contar-se segundo valores naturais e ajudarão a restaurar o equilíbrio ecológico do parque.



domingo, 14 de outubro de 2018

Animais em Risco de Extinção em Moçambique


Moçambique conta com mais de 300 espécies de mamíferos em risco de extinção, segundo revela o Quinto Relatório Nacional da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB).

Das espécies moçambicanas mais ameaçadas no grupo dos mamíferos constam o Rinoceronte Branco (Ceratotherium simum), Rinoceronte Preto (Diceros bicornis), Girafa (Giraffa camelopardalis), Pala-pala Cinzenta (Hippotragus equinum), Chango da Montanha (Redunca fulvorufula) Chita (Acinomyx jutabus), Tsetsebe (Damaliscus lunatus) e Sitatunga (Tragelaphus spekei).


Não obstante este cenário vermelho, o Governo encetou esforços para a repovoação de algumas espécies de animais, reintroduzindo, por exemplo, o rinoceronte branco, a girafa e pala-pala cinzenta no Parque Nacional de Limpopo. E recolocou ainda as girafas na Reserva Nacional do Maputo.

No conjunto das tartarugas marinhas, todas as cinco espécies que ocorrem ao longo da Costa moçambicana estão incluídas na lista vermelha elaborada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).
As cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem em Moçambique são Tartaruga-Cabeçuda (Caretta caretta), Tartaruga-Olivacea (Lepidochelys olivacea), Tartaruga-Verde (Chelonia mydas), Tartaruga-Gigante (Dermochelys coriacea) e Tartaruga-de-bico-de-balcão (Eretmochelys imbricata). Todas são tartarugas marinhas. 
Por outro lado, os dugongos estão seriamente ameaçados, sendo a população do Arquipélago de Bazaruto, na província de Inhambane, a que provavelmente representa a população mais viável na África Austral.


quinta-feira, 27 de setembro de 2018


Desfloramento

Definição
 Desflorestamento ou desnatamento é o processo de destruição das florestas através da acção do homem. Ocorre, geralmente, para a exploração de madeira, abertura de áreas para a agricultura ou pastagem para o gado. A queimada ilegal é o processo mais utilizado para o desfloramento.
O processo de desfloramento ocorre a milhares de anos. Em algumas regiões do mundo, as florestas foram totalmente destruídas. Na Europa e nos Estados Unidos, por exemplo, quase não há mais florestas nativas.



Problemas gerados 
O desfloramento é altamente prejudicial ao funcionamento dos ecossistemas. Ao eliminar uma floresta, ocorre, ao mesmo tempo, a morte de muitas espécies animais. Isto ocorre, pois várias espécies fazem da floresta o habitat e, obtém nela, o alimento e protecção necessários para a sobrevivência.



O que fazer para mudar esse paradigma
Por todos esses motivos, a ONU e outros organismos internacionais, bem como inúmeras entidades regionais, reconhecem e enfatizam sumariamente que a solução deve levar em conta factores locais e globais em um projecto multidisciplinar articulado em larga escala. Devem estar envolvidos não só cientistas, governos, empresas e instituições, mas também, e principalmente, a população, já que ela é a origem e o fim de todos os processos. O caminho para isso é a educação e incentivos diversos para o esclarecimento a respeito dos benefícios gerados pelas florestas e para a mudança de formas de pensamento e hábitos de produção e consumo que levam ao desfloramento